As gaivotas
As gaivotas. Vão e vêm. Entram
pela pupila.
Devagar, também os barcos entram.
Por fim, o mar.
Não tardará a fadiga da alma.
De tanto olhar, tanto
olhar.
Eugénio de Andrade, Rente ao Dizer, FEA, Editora, 1992
As gaivotas. Vão e vêm. Entram
pela pupila.
Devagar, também os barcos entram.
Por fim, o mar.
Não tardará a fadiga da alma.
De tanto olhar, tanto
olhar.
Eugénio de Andrade, Rente ao Dizer, FEA, Editora, 1992
Publicada por carlos.f à(s) 22:28
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