28 de julho de 2007
23 de julho de 2007
22 de julho de 2007
Jorge de Sena
"Viver é coisa de mar, cheira a horizonte. Que mais é preciso?
E só é preciso o que existe - eu é que exijo tudo o que existe."
O essencial de Jorge de Sena, Jorge F. Lourenço, INCM 1987
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19 de julho de 2007
Agora o prólogo de “Dry-martini, a revelação”
Uma outra recomendação: é preciso que o gelo utilizado esteja muito frio, muito duro, para não desprender água. Não há nada pior do que um martini molhado.”
O meu último suspiro, Luís Bunuel, Distri Editora, 1982
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18 de julho de 2007
"A relva sempre me fascinou, tal como a areia. É impossível de contar"
Publicada por Monda à(s) 15:40 0 comentários
17 de julho de 2007
Página 310
Eufonia. Eclosão. Eco.
Elemento. Electrão. Energia.
Equação. Enigma. Enlouqueceste.
Ensaio.
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Dry-martini, a revelação
Coloco todos os elementos necessários dentro do frigorífico, no dia anterior ao da vinda dos meus convidados: os copos, o gim, o batedor. Tenho um termómetro que me permite verificar se o gelo está a uma temperatura de cerca de vinte graus abaixo de zero.
No dia seguinte, quando os meus amigos já chegaram, pego em tudo o que preciso e, sobre o gelo muito duro, deito primeiro, algumas gotas de Noilly-Prat e uma meia colher de café de angustura. Agito tudo e, depois, esvazio. Só deixo o gelo, que tem agora ligeiro vestígio de dois perfumes e, sobre ele, verto o gim puro. Agito ainda um pouco e sirvo. É tudo, mas não há nada melhor."
O meu último suspiro, Luís Bunuel, Distri Editora, 1982
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16 de julho de 2007
"Já são nove horas, tenho que arranjar um herói até às dez."
Zigud
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15 de julho de 2007
13 de julho de 2007
As gaivotas
As gaivotas. Vão e vêm. Entram
pela pupila.
Devagar, também os barcos entram.
Por fim, o mar.
Não tardará a fadiga da alma.
De tanto olhar, tanto
olhar.
Eugénio de Andrade, Rente ao Dizer, FEA, Editora, 1992
Publicada por carlos.f à(s) 22:28 0 comentários
12 de julho de 2007
11 de julho de 2007
Conversa de si para dentro
"Por que me acontece tudo isto?! Se não fosse isto, precisamente isto, tudo se havia de arranjar, de uma vez por todas, de um golpe, hábil, enérgico e firme. Aposto um dedo da mão em como tudo se arranjaria. Tudo se resolvia da maneira seguinte: quanto a isso, eu, por assim dizer...é assim e assim, estou, meu caro senhor, num beco sem saída, se me permite a expressão; as coisas não se fazem assim; pois, meu caro senhor, meu excelentíssimo senhor, as coisas não se fazem assim, e não se consegue nada neste mundo com a usurpação; o usurpador, meu caro senhor, é um homem sem préstimo[...] Está a entender? Está a entender, pergunto eu, excelentíssimo senhor?! Então, por assim dizer, tudo ficaria... Mas não, aliás, que coisa... não ficaria nada, de modo algum... Estou a disparatar, feito parvo! O que digo eu, eu, suicida?"
O Duplo, Fiódor Dostoiévski
Publicada por Monda à(s) 18:55 0 comentários
9 de julho de 2007
8 de julho de 2007
6 de julho de 2007
“Passei uma semana a decidir-me por um acorde ou por outro”
Claude Debussy
Publicada por carlos.f à(s) 18:59 0 comentários
5 de julho de 2007
Repreensões aos peixes em geral
"Vedes vós todo aquele bulir, vedes todo aquele andar, vedes aquele concorrer às praças e cruzar as ruas; vedes aquele subir e descer as calçadas, vedes aquele entrar e sair sem quietação nem sossego? Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão-de comer, e como se hão-de comer."
Padre António Viera, Sermão de Santo António aos Peixes, Capitulo IV
Publicada por Monda à(s) 10:35 0 comentários
3 de julho de 2007
2 de julho de 2007
salto
ALTO!
sempre soube que, ALTO!
ALTO! ALTO!
(continua a correr)
ALTO! ALTO! ALTO! ALTO!
ALTO!
(ámen)
Publicada por Rous à(s) 23:07 0 comentários
1 de julho de 2007
Ah!
Publicada por Monda à(s) 22:45 0 comentários






