Não Matarás
Excerto da série Dekalog (1988) de Krzysztof Kieślowski
Excerto da série Dekalog (1988) de Krzysztof Kieślowski
Publicada por Rous à(s) 22:50 0 comentários
Publicada por Rous à(s) 21:58 1 comentários
"O cinema olhou sempre menos para o mundo do que olhou para o mundo a olhar para ele. E quando apareceu a televisão, esta rapidamente substitui o mundo e deixou de olhar para ele. Quando se vê televisão, nunca se vê que a televisão nos está a ver."
JLG in “Libération” de 26 de Dezembro de 1998 numa entrevista com Serge Daney.
Tradução de Luís Miguel Oliveira em Godard 1985-1999 ed da Cinemateca Portuguesa
Publicada por carlos.f à(s) 20:26 0 comentários
(...) Depois de tudo, limpou a última lágrima,
descansou a mão sobre o joelho,
e tranquilamente disse:
- Quando algo termina, outra coisa começa.
Nunca existe verdadeiramente um fim.
Publicada por carlos.f à(s) 11:02 0 comentários
Quando o profeta tapou os olhos
Para ouvir
Eis que a Verdade se mostrou, calada.
Gonçalo M. Tavares
http://www.bestiario.com.br/maquinadomundo
Publicada por Rous à(s) 16:19 1 comentários
Sob a leve tutela
De deuses descuidosos,
Quero gastar as concedidas horas
Desta fadada vida.
Nada podendo contra
O ser que me fizeram,
Desejo ao menos que me haja o Fado
Dado a paz por destino.
Da verdade não quero
Mais que a vida; que os deuses
Dão vida e não verdade, nem talvez
Saibam qual a verdade.
Ricardo Reis
ODES
Obras Completas de Fernando Pessoa, Edições Ática, Lisboa
Publicada por carlos.f à(s) 09:25 0 comentários
Publicada por Rous à(s) 11:37 0 comentários
Há um caminho, assinalado deste modo:
O Ser nunca nasce e nunca morre;
Firme, imóvel, não permitirá nenhum fim
Nunca foi, nem será; sempre presente,
Uno e contínuo. Como poderia nascer
Ou de onde poderia ter-se criado? Do Não-Ser? Não-
Isso não pode diser-se nem pensar-se; não podemos sequer
Chegar a negar que é. Que necessidade,
Anterior ou posterior, poderia o Ser do Não-Ser fazer surgir?
Portanto, tem inteiramente de ser ou não.
Nem ao Não-Ser irá a crença atribuir
Qualquer progenitura além de si mesmo [...]
Parménides
Publicada por Monda à(s) 19:26 0 comentários