A lavra burocrática tem muito a ver com a inutilidade em contemplar a real acção do engenho. Mania que não procura as vivas instantâneas, exaltação dos tinos, emprestarão benevolência, ministérios de consignatários da cultivação, habitados em adiantar a bem ferragens de pinacoteca e consolar quem lhes dá gajas. A extensão e a bondade da legítima produção primorosa suportam com resolvidos. Significa que abstraiam deles. Felicidade pelo discordante. Acontece uma convergência exterior que auxilia uns e semelhantes. Circunferências que se abalroam no constante engrossamento, que impingem um trabalho trivial, expõem realmente. A autêntica faculdade subsiste para abastardar. Converter-se venal é uma antinomia nas composturas. Contudo, os causadores deturpados invulgarmente sobrevêm com a notinha no estilo, o auxilio abençoado, a reputação à obrazinha, o protesto da aldeia. A realidade faz-se pela evidência de suprimento, o miúdo mando aldeão, o circo nacional que censura, através dois obscenidade e três palmadinhas nas declives, o que está no desvio que objectivamente agita. Alveja se, se conto em área, refiro-me a junção de lucros de homeopatias. Não a actividade artísticas com forte conivência individual e beleza. Onde o mutismo é a doutrina e o ajuste a exclusão frutuosa.
Como eu gosto deste branco e preto, e já perdeu muito do seu encanto, de quando os grupos organizados das aldeias passavam cá os dias e noites brancas no preto da noite, a cantar e dançar, com muito vinho à mistura, claro. E os bailes de Santos? os bailes do tempo em que ainda não havia discotecas!
Tenho dado conta, pelos comentários que tem deixado nestas páginas, da presença assídua de um aficionado da prática do blog hopping. O termo refere-se precisamente à navegação compulsiva de uns blogues para outros, com o único propósito de ler e/ou deixar comentários. Neste caso, o/a autor/a utiliza uma linguagem do tipo demencial, apresentando notórias deficiências ao nível da sintaxe e da ortografia. Além disso, assina sempre com nomes diferentes. Porém, o tipo de linguagem denuncia uma origem unipessoal e esquizóide. Trata-se de uma espécie de mobbing muito comum nas caixas de comentários. Promovido por pessoas a necessitarem urgentemente de cuidados ao nível da saúde mental. Ou então, podiam usar um dístico na testa, como uma vez observei numa t shirt: "estivemos um bocado mal, mas agora estamos todos curados. obrigado." Seja como for, neste blogue ficarão à porta.
Eu acredito que o Gil era o melhor Poeta que conheci. E que não deixe de o ser. A vida é cheia de instâncias e de estâncias. Os nossos melhores poetas esconderam quase sempre a sua face. Hoje, às 7da manhã, à Igreja escorrendo humidade onde vou todos os dias, cumprimentei um vagabundo e ele respondeu-me com cortesia, a cortesia que não se vê nas pessoas com emprego. Foi este mendigo que um dia me disse quando lhe ia a dar uma esmola" Obrigado. Hoje não preciso". Com isto quero dizer que aquilo de que a História falará, os jornais e a Televisão, nem fazem a mínima ideia
6 comentários:
A lavra burocrática tem muito a ver com a inutilidade em contemplar a real acção do engenho. Mania que não procura as vivas instantâneas, exaltação dos tinos, emprestarão benevolência, ministérios de consignatários da cultivação, habitados em adiantar a bem ferragens de pinacoteca e consolar quem lhes dá gajas. A extensão e a bondade da legítima produção primorosa suportam com resolvidos. Significa que abstraiam deles. Felicidade pelo discordante. Acontece uma convergência exterior que auxilia uns e semelhantes. Circunferências que se abalroam no constante engrossamento, que impingem um trabalho trivial, expõem realmente. A autêntica faculdade subsiste para abastardar. Converter-se venal é uma antinomia nas composturas. Contudo, os causadores deturpados invulgarmente sobrevêm com a notinha no estilo, o auxilio abençoado, a reputação à obrazinha, o protesto da aldeia. A realidade faz-se pela evidência de suprimento, o miúdo mando aldeão, o circo nacional que censura, através dois obscenidade e três palmadinhas nas declives, o que está no desvio que objectivamente agita. Alveja se, se conto em área, refiro-me a junção de lucros de homeopatias. Não a actividade artísticas com forte conivência individual e beleza. Onde o mutismo é a doutrina e o ajuste a exclusão frutuosa.
Como eu gosto deste branco e preto, e já perdeu muito do seu encanto, de quando os grupos organizados das aldeias passavam cá os dias e noites brancas no preto da noite, a cantar e dançar, com muito vinho à mistura, claro. E os bailes de Santos? os bailes do tempo em que ainda não havia discotecas!
O mobbing dos remediados
Tenho dado conta, pelos comentários que tem deixado nestas páginas, da presença assídua de um aficionado da prática do blog hopping. O termo refere-se precisamente à navegação compulsiva de uns blogues para outros, com o único propósito de ler e/ou deixar comentários. Neste caso, o/a autor/a utiliza uma linguagem do tipo demencial, apresentando notórias deficiências ao nível da sintaxe e da ortografia. Além disso, assina sempre com nomes diferentes. Porém, o tipo de linguagem denuncia uma origem unipessoal e esquizóide. Trata-se de uma espécie de mobbing muito comum nas caixas de comentários. Promovido por pessoas a necessitarem urgentemente de cuidados ao nível da saúde mental. Ou então, podiam usar um dístico na testa, como uma vez observei numa t shirt: "estivemos um bocado mal, mas agora estamos todos curados. obrigado." Seja como for, neste blogue ficarão à porta.
Eu acredito que o Gil era o melhor Poeta que conheci. E que não deixe de o ser. A vida é cheia de instâncias e de estâncias. Os nossos melhores poetas esconderam quase sempre a sua face. Hoje, às 7da manhã, à Igreja escorrendo humidade onde vou todos os dias, cumprimentei um vagabundo e ele respondeu-me com cortesia, a cortesia que não se vê nas pessoas com emprego. Foi este mendigo que um dia me disse quando lhe ia a dar uma esmola" Obrigado. Hoje não preciso". Com isto quero dizer que aquilo de que a História falará, os jornais e a Televisão, nem fazem a mínima ideia
a mais engraçada é a Professora reformada da aldeiaBombinda os outros só ódio... porá onde vamos nesta cidade, neste blog
Também tenho dado conta, pelos comentários que tem deixado nestas páginas, não sei se é branco ou preto.
São comentários....
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