in Gonçalo M. Tavares, Um Homem: Klaus Klump, Lisboa: Editorial Caminho, 2003 [p.25]
1 comentário:
Anónimo
disse...
Mas a pessoa que ama o cobarde e não vê nele a cobardia, então não ama o tal cobarde. Ama uma representação dele, a imagem que criou sobre ele e que, na realidade, não existe. Ama uma ideia.
Talvez seja assim, amar alguém, não sei. Apenas não me parece bem.
1 comentário:
Mas a pessoa que ama o cobarde e não vê nele a cobardia, então não ama o tal cobarde.
Ama uma representação dele, a imagem que criou sobre ele e que, na realidade, não existe.
Ama uma ideia.
Talvez seja assim, amar alguém, não sei.
Apenas não me parece bem.
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