2 de janeiro de 2008

in Gonçalo M. Tavares, Um Homem: Klaus Klump,
Lisboa: Editorial Caminho, 2003 [p.25]

1 comentário:

Anónimo disse...

Mas a pessoa que ama o cobarde e não vê nele a cobardia, então não ama o tal cobarde.
Ama uma representação dele, a imagem que criou sobre ele e que, na realidade, não existe.
Ama uma ideia.

Talvez seja assim, amar alguém, não sei.
Apenas não me parece bem.